Provavelmente já se encontram familiarizados com uma série metodológica que, desde há 10 anos, vem propondo métodos para estimar o sexo usando diferentes elementos do esqueleto, desde o fémur à pélvis - entre outros . Alguns destes métodos foram gerados através de experiências inovadoras que tiram proveito das potencialidades tecnológicas dos aplicativos online , da machine-learning ou da imagiologia médica. Em 2021, publicámos o artigo « Sex Assessment with the Radius in Portuguese Skeletal Populations (Late 19th – Early to Mid 20th Centuries) » na Legal Medicine , uma proposta de predição do sexo esquelético a partir de mensurações do rádio cujos modelos estatísticos usam a regressão logística e support vector machines . Ao contrário de outros conceitos metodológicos que foram potenciados na forma de aplicações online, disponibilizadas de forma gratuita na plataforma Osteomics , esta técnica não «mereceu» esse tipo de «promoção». Desse modo, desenvolvi uma aplicação – disponí...
Nem bestas, nem anjos