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Survival of the shortest?

Nos confins longínquos da internet é possível encontrar um gráfico que compara a estatura dos presidentes dos Estados Unidos da América com a altura média dos recrutas do exército norte-americano. Naturalmente, os diferentes Mr. President são em média mais altos que os grunts do exército. A estatura elevada associa-se a uma melhor alimentação, a uma melhor saúde e, também, ao acesso ao poder. É, decerto, por via disso que os homens altos são mais vezes escolhidos para o exercer. Entretanto, alguns estudos apontam que os indivíduos mais baixos sobrevivem melhor a algumas vicissitudes da vida, como doenças infeciosas e neoplásicas, e mesmo à fome. Todavia, a associação da estatura com a longevidade não é linear, e depende das populações e indivíduos avaliados. O que é certo é que as próximas eleições presidenciais em Portugal poderão vir a ser interessantes do ponto de vista da ligação da estatura ao poder: os dois principais candidatos encontram-se nos antípodas da estatura e, até ver, o mais alto parece levar vantagem nas sondagens.

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[1]   https://vertigemdasespecies.shinyapps.io/RADIUsex/ Uma aplicação que facilita a estimativa probabilística do sexo biológico a partir de medidas do rádio. Os seis modelos propostos permitem estimar o sexo mesmo quando o rádio se encontra fragmentado ou incompleto. Ler também:  Curate F, Mestre F, Garcia SJ (2021) Sex assessment with the radius in Portuguese skeletal populations (late 19th – early to mid 20th centuries). Leg Med 48:101790. https://doi.org/10.1016/j.legalmed.2020.101790 [2]  https://vertigemdasespecies.shinyapps.io/StaturEst/ Esta aplicação foi implementada com o intuito de simplificar a estimativa da estatura em remanescentes esqueléticos provindos de contextos (forenses ou arqueológicos) em Portugal. Ler também:   De Mendonça MC (2000) Estimation of height from the length of long bones in a Portuguese adult population. Am J Phys Anthropol 112:39–48. https://doi.org/10.1002/(sici)1096-8644(200005)112:1<39::aid-ajpa5>3.0.co;2-%23 [...

Curvas que não contam o tempo: os equívocos da análise de sobrevivência em bioarqueologia

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